Florence e a máquina

 
 
Fico entusiasmado quando descubro uma banda nova. Acabei de descobrir uma: “Florence + The Machine”.
 
 
Os elementos psíquicos, estilísticos, são promissores: angustiado, impetuoso, ruminante, dramático, ameaçador, noturno, paranóico, passional, teatral, urgente, visceral, volátil. Uoooooooou…
 
 
O nome é oriundo da cantora e compositora principal, a belíssima e fantástica senhorita Florence Mary Leontine Welch. Florence, para os íntimos. Ela tem um olhar matador.
 
 
Ela tem um toque de Stevie Nicks, do Fleetwood Mac, com Grace Slick, do Jefferson Airplane. Sim, há um lance hippie em Florence.
 
 
Mas é como se Christian Dior fizesse uma releitura das ripongas dos tempos áureos, e elaborasse a sua própria interpretação. Isto é, Florence.
 
 

good lord.


 

Florence tem o ardor das irmãs psicodélicas assimilado a uma nobreza das damas parisienses. Embora seja londrina.

 
 
 

 
 
Palmas pra ela. Clap, clap, clap, clap.
 
 
Agora vou mergulhar neles. Let’s dive, baby.
 
 
Até.
 
F.
 
P.S.: Na verdade, não descobri. Uma amiga postou em seu mural no Facebook, e copiei dela. Mas sou eternamente grato. Floreeeeeeeeeeeeeence…
 
 

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